O NEGÓCIO DO AFRIN: A nova casa das selecções nacionais e incubadora do Gabinete Técnico

O famoso campo do Afrin, localizado na industrial zona da Machava, na Cidade da Matola, será a casa das selecções nacionais de futebol pelos próximos cinco anos.

Texto: Redacção

O acordo para este efeito foi fechado e oficializado segunda-feira última, 12 de Abril, entre a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e o Grupo Afrin, este último proprietário do recinto desportivo.

O acordo foi rubricado por Feizal Sidat e Salim Karim, respectivamente presidentes da federação e daquele grupo com um vasto interesse empresarial no País. O mesmo é válido pelos próximos cinco anos, renovável por igual período. Ou seja, antes de vencer em 2026, as partes podem concordar em estendê-lo até Março de 2031.

A cedência não é gratuita. É rentável para o Grupo Afrin, que encaixará dinheiro através de uma renda mensal a que o presidente daquele organismo desportivo, Feizal Sidat, considerou de simbólica – sem no entanto revelar os valores envolvidos.

O negócio abre ainda espaço para que a federação possa adquirir o empreendimento a título definitivo. Para tal terá de manifestar interesse nos próximos cinco anos, durante a vigência do contrato.

Sabe OC-Olho Clínico que o preço para compra do campo está fixado em três milhões de dólares norte-americanos.

Uma alternativa à Academia Mário Esteves Coluna

A 06 de Julho de 2020, a Federação Moçambicana de Futebol cedeu a Academia Mário Esteves Coluna ao Comité Olímpico de Moçambique, num negócio apadrinhado pela Secretaria de Estado do Desporto.

A infraestrutura da vila fronteiriça será transformada em um Centro de Alto Rendimento para as modalidades olímpicas. Em troca, a federação ficou com os terrenos adjacentes ao Estádio Nacional do Zimpeto para edificar o tão sonhado Centro Técnico Nacional: com hotel de quatro estrelas, três campos de futebol onze, um pavilhão de futsal, um campo de futebol de praia, um centro médico, ginásio e um auditório para grandes eventos.

Mas enquanto o sonho urbano não se torna realidade, até porque as obras ainda não iniciaram no Zimpeto, a federação decidiu meter a mão no campo do Afrin para transformar o recinto desportivo em um centro técnico.

Ou seja, transformar os dois campos, um de futebol onze e outro para a formação, o centro de estágio, o refeitório e os escritórios em uma casa das selecções nacionais e incubadora do Gabinete Técnico, este último liderado por Arnaldo Salvado. OC


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